*

Artigo Selecionados

UM PARTIDO POLÍTICO PODE SER MANTIDO APENAS PELOS SEUS FILIADOS E SIMPATIZANTES?

Em boa parte dos países mais avançados partidos políticos são financiados pelos seus simpatizantes. Tal como os clubes de futebol, clubes sociais, ONGs (que não recebem dinheiro do governo, obviamente). 

 

No Brasil, durante anos as campanhas foram financiadas por empresas privadas, um grane equívoco, que distorce o processo democrático, pois quem paga por isso, quer a contrapartida. Com o fim dessa excrescência determinada pelo STF, os políticos e partidos buscam novas fontes de receita e, claro, miram nos cofres públicos. Afinal, se depender de seus filiados, a maioria apenas "ficha assinada" (muita gente não sabe que está filiado a um partido - é bom verificar isso, caro leitor, no TSE - www.tse.jus.br - em serviços ao eleitor) - provavelmente não aceitará financiar partidos que não dizem a que vieram. 

 

É preciso se desenvolver, no Brasil, como já estamos afirmando isso há mais de 20 anos, o conceito de que ideias políticas devem ser financiadas por seus simpatizantes e nunca, jamais por dinheiro dos cofres públicos. Partidos são agremiações que devem ser transformar em "partes da sociedade", interessadas cada uma, em um determinado projeto maior, uma bandeira ideológica, ou o que quer que seja. Felizmente, esse tema começou a ser discutido mais abertamente no País e até um partido recém registrado está se esforçando para se manter apenas com seus filiados e "sponsores". 

 

Os Federalistas inovaram ao apresentar o projeto de Refundação do Brasil desde o lançamento das ideias em 1991, ainda em meio ao pensamento estatólatra da Sociedade, com raros pensadores mencionando a retirada do Estado sobre a vida do ciddão e das empresas. Inovaram com diversas propostas que hoje estão sendo discutidas, dentre as quais, a necessidade absoluta de se rever toda a Constituição de 1988. Muitos de nós éramos chamados de "malucos", mas quando se sabe o que é certo e errrado, a persitência acaba recebendo o prêmio dado pelo tempo: o reconhecimento da validade das assertivas. Desde as ideias para um novo modelo de Estado, novos arranjos das instituições, novos meios do processo eleitoral, inocamos também com um novo modelo de partido, criando o Federalista, ainda não registrado, mas já com um estatuto único no País - ao dar o poder aos filiados para uma série de decisões, desde as locais até nacionais - registrando um "novo estado da arte política" que nos permite afirmar que o Federalista é, de fato, um partido político de verdade, pois é de interesse público, dos filiados e não apenas de um grupo de caciques. 

 

E, nesse sentido, restava a forma de financiamento das atividades partidárias. Sem recursos nada se mexe, é sabido. Mas, como somos contra o financiamento público de campanhas e contra a existência de um Fundo Partidário com dinheiro público (de impostos, portanto), tínhamos que encontrar um meio. Muitos nos indicaram grandes empresários, outros organizações religiosas, outros ainda, políticos com mandato em outros partidos. As conversas com tais setores nos apontaram que não existe interesse destes em ideias tão puras e que só interessam mesmo ao pagador da conta toda: o Povo. Assim, ficou claro que se o Povo quer mudar o Brasil, não deve esperar pelos que consomem o Brasil ou de alguma forma se beneficiam deste modelo. Parece discurso de "revolucionários" mas, tal constatação nos trouxe também, a certeza de que é realmente o Povo, o cidadão brasileiro, que deve sim, participar ativamente para mudar tudo. Não se pode culpar o brasileiro de que ele não participa, não sabe votar, etc., pela simples razão de que não existia nada, nenhuma alternativa para se adotar como bandeira, como desejo para o país. Tudo o que se viu até agora, foram partidos e políticos querendo entrar no jogo e dele fazer parte. Mesmo que alguns bem intencionados queiram mudar alguma coisa, se revelou impossível pela estrutura brasileira, que se tansformou em um grande cemitério de ideais. 

 

Mas agora, os que descobrem o Federalista, perceberam que existe sim, uma alternativa viável, honesta, lógica, racional e, porque não dizer, "emocionalmente racional"? As ideias são fortes, espetaculares e que encantam as pessoas. Ainda nos faltam, é verdade, densidade popular para que pussamos ser uma sensação popular, mas tudo tem seu tempo certo para acontecer. E agora, podemos criar a maior força política e popular jamais vista no Brasil, pelas transformações do País todo! Com a adesão de cada brasileiro no PARB - Programa Associados pela Refundação do Brasil - formaremos uma rede fantástica de força política, financeira e sócio cultural, criando e fortalecendo não apenas um partido político (como nosso instrumento necessário de condução política e legal das propostas que todos queremos para o Brasil), mas um Movimento popular federalista, com capacidade de envolver todos os brasileiros que identificarem o Federalismo Pleno como a alternativa que faltava para a redenção do Brasil. E isso, uma vez feito, afetará profundamente a vida de todos os brasileiros, seja economicamente e materialmente, mas também social e culturalmente. Junto com o País, estruturalmente, construiremos uma nova Nação, com os valores tradicionais do brasileiro, que são pela família, propriedade, liberdade, honestidade e fraternidade. 

 

Estou muito orgulhoso de lançarmos este Programa, pois é o suprasumo do envolvimento individual de cada cidadão em torno de um Projeto de refundação do País, que ressignificará a economia, a política, as cidades, os estados, os Três Poderes, e a própria relação de poder instituído com a Sociedade, que para e espera a justa contrapartida. O Federalismo Pleno é a nossa revolução, no sentido de refundar a Nação, de refundar até mesmo as nossas vidas e o jeito de atuarmos no plano da cidadania e da nacionalidade. 

 

Associe-se! Venha junto comigo e com os federalistas que já vem trabalhando, cada vez mais federalistas pelo País, assumindo esta Causa como um dos mais importantes propósitos de sua vida, e juntos, passaremos feito rolo compressor sobre todas as dificuldades que nos aprisionaram por décadas...

Vamos em frente!

 

Saudações Federalistas
Thomas Korontai

Onde deseja compartilhar?

Deixe aqui seu comentário

Participe